domingo, 29 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
A diferença do Motor 1600 para o 1300 Vw Ar
A diferença do motor 1600 está só na carburação. O de carburação dúpla, desde que os carburadores estejam bem regulados e com a mesma regulagem, o que só é possível conseguir com regulagem através de instrumentos, apresenta melhor desempenho e menor consumo de combustível porque a gasolina chega por igual nas câmeras de combustão.
Quanto à comparação com o motor 1300, nem tem comparação pois a carcaça é mais robusta e portanto mais resistente, os pistões são maiores, a câmera de compressão menor proporciona melhor desempenho e o sistema de lubrificação é melhor, desde que se use o óleo recomendado pelo fabricante, isto é, não se use esses óleos de 10 mil quilômetros pois são muito finos (pouca espessura) pois são desenvolvidos para os motores desses carros mais novos.
Eu, particularmente, recomendo a troca de óleo, no máximo, com pouco mais da metade da quilometragem dita pelo fabricante, principalmente, se o carro for usado mais na cidade pois, nessas condições, esquenta mais e diminui sua viscosidade mais rapidamente do que quando usado na estrada
A diferença do motor 1600 está só na carburação. O de carburação dúpla, desde que os carburadores estejam bem regulados e com a mesma regulagem, o que só é possível conseguir com regulagem através de instrumentos, apresenta melhor desempenho e menor consumo de combustível porque a gasolina chega por igual nas câmeras de combustão.
Quanto à comparação com o motor 1300, nem tem comparação pois a carcaça é mais robusta e portanto mais resistente, os pistões são maiores, a câmera de compressão menor proporciona melhor desempenho e o sistema de lubrificação é melhor, desde que se use o óleo recomendado pelo fabricante, isto é, não se use esses óleos de 10 mil quilômetros pois são muito finos (pouca espessura) pois são desenvolvidos para os motores desses carros mais novos.
Eu, particularmente, recomendo a troca de óleo, no máximo, com pouco mais da metade da quilometragem dita pelo fabricante, principalmente, se o carro for usado mais na cidade pois, nessas condições, esquenta mais e diminui sua viscosidade mais rapidamente do que quando usado na estrada
terça-feira, 29 de outubro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
A história do Fusca
Escarajo huevito maggiolino bug cocinelle e beetle são apenas ums dos sinônimos, utilizados para nomear o Fusca um dos carros mais populares de toda a história. Os mais símpáticos a modernidade acham que esse auto motor tem um sabor de nostaugia e que nem chegam a os pés das possantes maquinas hoje produzidas.
Apesar do bom nome a hitória do fusca esta ligada a um contexto distante do glamour e da simpatia deste pequeno carro. Por volta de 1932 o alemão Ferdinand Porsche começou a esboçar o projeto de um novo carro que se chama Volkswagem, que em alemão significa o carro do povo. No meio tempo em que as primeiras versões era experimentada , o governo alemão se interessou pelo projeto e fez um investimento de 200 mil marcos para a fabricação de três protótipos.
Com um surpreendente motor refrigerado a ar, o fusca saiu do papel com mais de um ano de atraso com o nome de volkssauto - serie vw-3 e testados por 50 mil quilômetros. No ano de 1938 mediante o bom desempenho do veiculo varias açoes foram tomadas para que sua produção em serie fossem iniciada. pouco depois esse importante passo na vida do fusca acabou sendo interrompido pela deflagação da da segunda guerra mundial.
A partir de 1939, empregando a mesma plataforma do Fusca, os alemães criaram o jipe Kübelwagen, o anfíbio Schwimmvagen e o Kommandeurwagen, que seriam utilizados nos campos de batalha da época. Em 1944, nos fins da guerra, a fábrica localizada em Fallersleben estava completamente destruída pelos bombardeios deflagrados pelas forças aliadas. Sem nenhum prestígio no mercado, a fabricação acabou sendo timidamente retomada pelo major inglês Ivan Hirst. Logo em seguida, o governo recuperou o projeto, deixando-o sob a tutela de Heinrich Nordhoff.
Nessa época, Nordhoff tomou várias providências para que o Fusca alcançasse os patamares de veículos produzidos em larga escala. Já no pós-Segunda Guerra, o veículo ultrapassou a casa dos 25 mil exemplares e lançou a sua primeira versão conversível. Os holandeses logo perceberam a ideia e entraram na história do veículo como o seu primeiro importador. Na década de 1950, os norte-americanos trataram de popularizar o modelo pelas Américas.
Em 23 de março de 1953, a primeira filial da Volkswagen foi instalada no Brasil com a missão de popularizar o Fusca em nossas terras. Nas décadas seguintes, esse lendário automóvel viveu as oscilações que o colocaram entre o estrelato e o declínio. Chegou a ser tema de um filme de Walt Disney, foi ameaçado pela concorrência de modelos mais arrojados e voltou a ser produzido sob os pedidos de um presidente da República. Em 2003, uma festa de despedida marcou a fabricação de seu último exemplar
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